quarta-feira, 17 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
LITERATURA ROMANCES HISTORICOS
O romantismo é o amor que se foi e nunca voltará, o que equivale a dizer que o romantismo é saudade. Como a história também a seu modo é saudade; o casamento do espírito romântico com ela, deu-nos o Romance Histórico.
A literatura histórica é feita de imaginação sobre dados da realidade e da observação. Parte cientifica e parte artística. O escritor procede como o restaurador de um velho quadro, uma porcelana despedaçada ou um edifício arruinado. E com amor, aquele amor que se vai para nunca mais voltar. Amor este, seguido pela erudição. Sem afetar o estilo, pois mudando as palavras se mudam até os sentimentos.
Estudo, observação e amor são três características do autor de Romances Históricos.
O Romantismo não foi um simples recuo às fontes greco-romanas da arte e do pensamento como renovação de valores. Teve profundo elemento sentimental, o que demorou mais na Idade Média do que em outro período histórico, e o tornou nacionalista, isto é, com inclinação para o descrever objetivamente os homens, os acontecimentos e as coisas do passado de cada povo. Por isso o gótico foi a epidemia de era romântica.
O romance não nasceu com o Romantismo. Encontramos o romance na antiguidade clássica. O que o Romantismo deu em verdade ao romance foi a característica histórica,a qual varreu por completo do ambiente literário a característica cientifico-sobrenatural, apanágio dos romances do inicio do século XIX. O Romance Histórico triunfou por toda parte de 1820 a 1830. sobretudo na França; trazendo uma novidade e uma força: ‘O amor das coisas passadas e das coisas mortas.”
O romance passava a ser uma história sentimental em que o leitor vibrava ao vento das paixões que agitavam as personagens. Era contado com formas literárias capazes de impressionar o sentimento.
Tal é o interesse que desperta que sua que sua influencia vai alem do Romantismo, penetra nos umbrais do Realismo e do naturalismo.
O valor de um Romance Histórico depende da quantidade e sobretudo da qualidade da historia nele incluída. Dependendo portanto do papel portanto do papel que o escritor atribui A historia no romance dos conhecimentos históricos que tenha e do partido que deles saiba tirar; mas cada escritor faz sua interpretação absolutamente pessoal.
O romance histórico também pode ser visto como a própria história romanceada, sendo o entrecho tão histórico quando a moldura. E, bom é não esquecer que, são justamente as grandes qualidades líricas de um escritor que o tornam mais completamente romântico. Quanto maior sua emoção, seu entusiasmo, seu sentimento, maior e mais bela e mais duradoura sua evocação do passado.não há romantismo sem lirismo.
A historia seduz a imaginação popular, sobretudo nos lances de heroísmo, de sacrifícios de fé, de amor e de gloria. Seduz como um romance verdadeiro. A história é o romance dos povos. Antes do artista o escrever, sabe o povo que ele ou seus representantes já o tinham escrito com lagrimas, com suor e com sangue.
O romantismo é o amor que se foi e nunca voltará, o que equivale a dizer que o romantismo é saudade. Como a história também a seu modo é saudade; o casamento do espírito romântico com ela, deu-nos o Romance Histórico.
A literatura histórica é feita de imaginação sobre dados da realidade e da observação. Parte cientifica e parte artística. O escritor procede como o restaurador de um velho quadro, uma porcelana despedaçada ou um edifício arruinado. E com amor, aquele amor que se vai para nunca mais voltar. Amor este, seguido pela erudição. Sem afetar o estilo, pois mudando as palavras se mudam até os sentimentos.
Estudo, observação e amor são três características do autor de Romances Históricos.
O Romantismo não foi um simples recuo às fontes greco-romanas da arte e do pensamento como renovação de valores. Teve profundo elemento sentimental, o que demorou mais na Idade Média do que em outro período histórico, e o tornou nacionalista, isto é, com inclinação para o descrever objetivamente os homens, os acontecimentos e as coisas do passado de cada povo. Por isso o gótico foi a epidemia de era romântica.
O romance não nasceu com o Romantismo. Encontramos o romance na antiguidade clássica. O que o Romantismo deu em verdade ao romance foi a característica histórica,a qual varreu por completo do ambiente literário a característica cientifico-sobrenatural, apanágio dos romances do inicio do século XIX. O Romance Histórico triunfou por toda parte de 1820 a 1830. sobretudo na França; trazendo uma novidade e uma força: ‘O amor das coisas passadas e das coisas mortas.”
O romance passava a ser uma história sentimental em que o leitor vibrava ao vento das paixões que agitavam as personagens. Era contado com formas literárias capazes de impressionar o sentimento.
Tal é o interesse que desperta que sua que sua influencia vai alem do Romantismo, penetra nos umbrais do Realismo e do naturalismo.
O valor de um Romance Histórico depende da quantidade e sobretudo da qualidade da historia nele incluída. Dependendo portanto do papel portanto do papel que o escritor atribui A historia no romance dos conhecimentos históricos que tenha e do partido que deles saiba tirar; mas cada escritor faz sua interpretação absolutamente pessoal.
O romance histórico também pode ser visto como a própria história romanceada, sendo o entrecho tão histórico quando a moldura. E, bom é não esquecer que, são justamente as grandes qualidades líricas de um escritor que o tornam mais completamente romântico. Quanto maior sua emoção, seu entusiasmo, seu sentimento, maior e mais bela e mais duradoura sua evocação do passado.não há romantismo sem lirismo.
A historia seduz a imaginação popular, sobretudo nos lances de heroísmo, de sacrifícios de fé, de amor e de gloria. Seduz como um romance verdadeiro. A história é o romance dos povos. Antes do artista o escrever, sabe o povo que ele ou seus representantes já o tinham escrito com lagrimas, com suor e com sangue.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Como o Romântico lida com discussões
Brigas e discussões: a primeira reação de muitas pessoas é querer revidar, agredir , dar o troco. Mostrar que está com a razão.
Outras, quando percebem algo errado, evitam ao máximo discutir, preferem até fingir por longos anos que nada está acontecendo. Acreditam que é romântico evitar discussões ou se omitir. Fugir...
Na maioria das vezes, não brigamos com estranhos, mas sim com as pessoas que mais deveriamos amar. Não percebemos que quem briga conosco pode estar querendo o nosso bem, que não está encontrando outra forma de mostrar que discorda de algumas de nossas posturas ou opiniões ,pois não estamos dando ouvidos o suficiente.
O romântico ,por natureza, não gosta de brigas ou discussões. Porém, quando necessário adverte alguém sobre algum comportamento errado. Não confunde paz com ausência de brigas ou guerras. Sabe que o que faz a harmonia nos relacionamentos é o diálogo .
Também busca sempre ouvir o porquê de alguém estar brigando com ele. Saber ouvir quem está brigando conosco pode diminuir os conflitos, além de valer por um grande aprendizado.
Mesmo quando a pessoa está segura que está certa pode descobrir uma nova forma de ver a realidade, a qual não estava conseguindo entender anteriormente e até perceber que não estava com a razão como imaginava .
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
LITERATURA BRASILEIRA
ROMANCE
O termo romance (do latim romance: "em língua românica", através do provençal romans) pode referir-se a dois gêneros literários. O primeiro deles é uma composição poética popular, histórica ou lírica, transmitida pela tradição oral, sendo geralmente de autor anônimo; corresponde aproximadamente à balada medieval. Como forma literária moderna, o termo designa uma composição em prosa.
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